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Fibra de Psyllium

O psyllium é uma fonte natural de fibras solúveis derivadas da semente e da casca das plantas da família plantaginaceae. É uma planta nativa da Ásia, mediterrâneo e norte da África, e seu cultivo se estendeu à Índia e ao sudoeste dos Estados Unidos. Suas propriedades medicinais são conhecidas há séculos, e seu uso está relacionado ao tratamento ou prevenção de doenças como: alergias de pele, constipação, diarreia associada à diverticulose, a síndrome do intestino irritável, hemorroidas, além de ser usado no cuidado do paciente colostomizado ou ostomizado, e ter papel importante na reeducação alimentar, colaborando para a diminuição de ingestão de gorduras a fim de se reduzir peso.

Benefícios

As propriedades do psyllium sugerem que a planta apresenta inúmeros efeitos metabólicos:

  • Efeito laxativo, promovendo assim melhor função intestinal.
  • Diminuição da resposta glicêmica pós-prandial, auxiliando no controle dos níveis de glicose no sangue e da diabetes
  • Sensação de saciedade, controlando a fome e prevenindo o sobrepeso.
  • Evidências sugerem que o psyllium diminui os níveis de colesterol sérico, fator que previne doenças do coração.

Função gastrointestinal

O psyllium, ao longo da história, foi consumido principalmente por sua capacidade laxativa. A planta é classificada como uma fibra de capacidade mucilaginosa pela sua característica de formar um gel quando entra em contato com a água.

A fibra do psyllium absorve água e se expande, transitando pelo trato digestivo com maior facilidade. A fibra é parcialmente fermentada no intestino grosso, quando em contato com ácidos graxos de cadeia curta, acetato, propionato e butirato.

A ingestão da fibra de psyllium promove menor tempo de trânsito intestinal e aumenta o peso e umidade das fezes. Fezes maiores e moles passam mais facilmente pelo trato digestivo, prevenindo ou aliviando sintomas de constipação e até mesmo evitando o surgimento de hemorroidas causadas pela força exercida durante a defecação.

Síndrome do intestino irritável

A síndrome do intestino irritável é caracterizada como uma inflamação das vilosidades intestinais, que causam ao portador dessa doença, dores abdominais, gases, diarreia ou constipação. A etiologia dessa doença ainda não é conhecida e seu tratamento é centrado no consumo de alimentos saudáveis, ricos em fibras e no controle de efeitos estressores; em casos mais graves, o controle sintomatológico pode ser feito com o uso de medicamentos.

Estudos realizados em pacientes portadores da síndrome do intestino irritável que realizaram a suplementação com fibra de psyllium durante 12 semanas, obtiveram resultados positivos no controle de sintomas. Apesar de serem resultados promissores, mais estudos são necessários para estabelecer dados mais concretos sobre o tempo e frequência da suplementação dessa fibra no tratamento da síndrome.

Controle glicêmico e prevenção de diabetes

A fibra de psyllium age de forma a reduzir a taxa de absorção dos açúcares consumidos e a diminuir a glicemia pós-prandial. Para atingir estes efeitos, as fibras dietéticas fazem do o intestino delgado um órgão de armazenamento para a liberação lenta de glicose. Dessa maneira, o consumo do psyllium diminui o risco de doenças crônicas como diabetes, obesidade e doenças cardíacas, estabilizando os níveis de glicose e insulina no sangue, que muitas vezes se encontram desregulados pelo consumo de dietas de alto índice glicêmico.

Testes realizados utilizando a fibra de psyllium junto a alimentos ou consumida isoladamente, mostraram diminuição da glicemia pós-prandial e de concentrações de insulina. Essa e outras fibras dietéticas mostraram-se eficazes para estabilizar as concentrações de glicose e controlar a diabetes, tendo efeito similar ao uso de Acarbose, um inibidor da alfa-glucosidase que retarda a absorção de glicose do intestino.

Redução do colesterol

No mundo, 17 milhões de pessoas sofrem com problemas no coração; no Brasil, a taxa anual de mortes por doenças cardiovasculares chega a 300 mil de acordo com o Ministério da Saúde. Existe uma forte conexão entre as concentrações de colesterol no sangue e o risco de morte por doenças cardiovasculares.

A ingestão de fibra alimentar a fim de se reduzir o colesterol é reconhecida desde a década de 1960. A fibra aumenta de viscosidade do bolo fecal que é uma consequência da liberação de nutrientes nocivos à saúde pelo organismo, entre eles os ácidos biliares, que são produzidos no fígado e têm como matéria prima o colesterol. Dessa forma, um aumento na excreção de ácidos biliares requer maior produção dos mesmos, o que se traduz em um maior consumo do colesterol do corpo.

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